Instituto Arara Azul nega irregularidades e rebate Condomínio Busca Vida

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Alvo de questionamentos por parte do Condomínio Busca Vida, o Instituto Arara Azul assegura que “detém todas as autorizações municipais para o seu pleno funcionamento, além dos autos de vistoria do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária”. A clínica de tratamento da obesidade enfrenta uma batalha com a administração da área, que tenta coibir o funcionamento da empresa no condomínio, localizado em Abrandes, em Camaçari.

 

Em resposta ao Bahia Notícias, o instituto ressalta que está em “um condomínio precipuamente residencial, mas não exclusivamente, já que existem inúmeras atividades comerciais em suas dependências, tais quais o Hospital da Obesidade, um SPA, o Bahia Plaza Hotel, uma beneficiária de coco, pousada, loja de surf, salão de beleza, um bar e uma loja de roupas e de peças de Murano, de Veneza, na Itália”. “É notório que o condomínio detém atividade comercial em suas dependências, de modo que não se afigura razoável a constante negativa do CBV em analisar os projetos e demais documentos entregues pelo diretor do Instituto Arara Azul, o cardiologista David Vazquez Jacob, para o funcionamento do Instituto”, indica a empresa, por meio de nota.

 

O documento ainda rebate os questionamentos que recebeu em relação à Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE), e aponta que não possui o registro para “atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares” porque não realiza este serviço no Arara Azul.

 

“Por qual motivo a gestão do Busca Vida tenta impedir de todas as formas o funcionamento do Instituto Arara Azul de Obesidade dentro do condomínio? É notória a perseguição em nosso desfavor, o que tem gerado enormes prejuízos”, questiona o cardiologista David Jacob, diretor do Instituto Arara Azul.

 

“David Vazquez Jacob e o Instituto Arara Azul de Obesidade se colocam à disposição de colaborar com a imprensa para que haja um debate justo e equilibrado, no qual todas as partes envolvidas possam se manifestar de forma adequada. Acreditamos que somente por meio do respeito aos princípios do contraditório e da ampla defesa, que coadunam com o bom jornalismo, é possível se chegar a uma conclusão justa e imparcial em relação aos fatos em questão”, completa a nota.

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