Adolescente apontado como 4º suspeito de matar PM e filha é apreendido

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São Paulo – A Polícia Militar apreendeu na tarde desta quarta-feira (28/2) um adolescente suspeito de participar da morte do PM Anderson de Oliveira Valentim, de 46 anos, e da filha dele, Alycia Perroni Valentim, de 19, em tiroteio em frente a uma farmácia na Vila Medeiros, zona norte de São Paulo.

A PM encaminhará o menor de idade ao DHPP, no centro da capital paulista. De acordo com o portal g1, será pedida ao juiz a internação provisória por suspeita de dirigir o carro usado no crime. Ele é o quarto suspeito pelos assassinatos.

Além do adolescente, apenas um suspeito do crime está preso até o momento. Douglas Henrique de Jesus se entregou à polícia nessa terça-feira (27/2). Segundo a polícia, ele estava consumindo drogas e álcool desde o dia do crime, e a família interveio para que ele se entregasse à polícia. Ele foi detido na região da Vila Guilherme e levado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Os outros dois suspeitos identificados pela Polícia Civil e procurados pelo DHPP são Erivaldo Aparecido de Lima, Diogo Damasceno dos Santos. Denúncias sobre eles podem ser realizadas por meio do Disque Denúncia, no número 181. Qualquer informação sobre o paradeiro dos suspeitos também pode ser informada às autoridades no site Web Denúncia.

O policial militar e a filha foram baleados no estacionamento da farmácia no dia 25 de fevereiro. Os dois tinham ido ao local junto com a esposa de Anderson e mãe de Alycia, que entrou no comércio para fazer compras. O PM estava de folga. Uma câmera de segurança do estabelecimento flagrou o momento do ataque.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito que foi detido nesta terça após se entregar é Douglas Henrique de Jesus. Ainda não se sabe qual a participação dele e se foi ele quem disparou contra o PM e a filha na madrugada do sábado. Outros dois integrantes do bando, Erivaldo Aparecido de Lima e Diogo Damasceno dos Santos, seguem foragidos.

A polícia chegou ao três suspeitos após obter as digitais dos criminosos, que estavam no carro usado no duplo homicídio. Também colaboraram para a identificação as provas testemunhais, de pessoas que reconheceram o trio como responsável pelo crime. Ainda há material biológico deixado no local do crime pelos bandidos, que será analisado pela perícia.

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