Navio perdeu força antes de bater em ponte nos EUA; tráfego foi interrompido e reduziu nº de vítimas

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O governador do estado americano de Maryland, Wes Moore, declarou, durante entrevista coletiva, que a tripulação do navio cargueiro que se chocou com a ponte Francis Scott Key, em Baltimore, nesta terça-feira (26), notificou as autoridades que eles haviam perdido energia. A embarcação colidiu e derrubou a ponte por volta das 1h30 desta terça (2h30, no horário de Brasília).

 

Além disso, o governador decretou estado de emergência e ordenou que se iniciasse uma operação de busca e resgate, que já está em andamento. Autoridades confirmaram que seis pessoas ainda estão desaparecidas, Além disso, duas pessoas foram resgatadas inicialmente, uma recusou o tratamento, uma foi levada e posteriormente liberada do trauma de choque.

 

As investigações preliminares mostram que a colisão não foi intencional. Wes Moore disse que que entre o pedido de socorro e o colapso, as autoridades interromperam o fluxo de tráfego para que não houvesse mais carros na ponte, potencialmente salvando vidas.

 

O CASO

Com a colisão, a embarcação pegou fogo e acabou afundando. Além disso, diversos veículos caíram na água. As autoridades acreditam que pelo menos 20 pessoas podem estar no rio.  Veja o momento do acidente:

 

Navio derruba ponte nos EUA e veículos caem na água: https://t.co/xmjHdlePox

???? Reprodução/ BCO News pic.twitter.com/IinZL8qpVK
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 26, 2024

 

De acordo com a Autoridade de Transporte de Maryland, todas as pistas foram fechadas em ambas as direções na ponte de 2,6km. As equipes de emergência procuram pelo menos sete veículos que caíram, de acordo com Kevin Cartwright, diretor de comunicações do Corpo de Bombeiros de Baltimore. Nesta época do ano, a água no rio Patapsco tem uma temperatura média de -1°C.

 

Ele garantiu que as equipes estavam trabalhando “metodicamente e com segurança” para garantir que “todos que operam aqui no local estejam seguros e que possamos progredir sem causar danos adversos a ninguém”. “Nosso foco agora é tentar resgatar e recuperar essas pessoas”, afirmou Cartwright. Ele apontou que é muito cedo para saber quantas pessoas foram afetadas, mas acredita que é um “evento em desenvolvimento com vítimas em massa”.

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