Presidente de Portugal pede serenidade após terremoto de 5,3 graus que não causou danos

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O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, fez um apelo à serenidade da população após a ocorrência de um terremoto de 5,3 graus na escala Richter registrada na costa próxima a Lisboa. O fenômeno também foi sentido na Espanha, no entanto, não resultou em danos significativos. Em uma declaração à imprensa depois de se reunir com o governo para discutir a situação, o chefe de Estado enfatizou a importância da tranquilidade e normalidade nesse momento.

O epicentro do tremor foi no mar, aproximadamente a 60 quilômetros a oeste de Sines, localizado cerca de 90 quilômetros ao sul de Lisboa, de acordo com informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). As autoridades descartaram a possibilidade de um tsunami decorrente desse evento.

Rebelo de Sousa afirmou que até o momento não foram relatados danos pessoais ou materiais decorrentes do terremoto, e destacou que as réplicas subsequentes têm diminuído, o que traz certo alívio comparado ao terremoto ocorrido em 1969, que teve impactos mais graves.

O presidente elogiou a resposta rápida das autoridades portuguesas, incluindo a Proteção Civil e o governo, que demonstraram uma boa coordenação. Ele ressaltou que a eficiência da resposta poderia ter sido ainda maior se não fosse a necessidade de validar as informações antes de agir.

O comandante nacional da Proteção Civil portuguesa, André Fernandes, explicou anteriormente que as autoridades estão monitorando de perto a situação, mas que o terremoto não atingiu a magnitude que exigiria a ativação dos planos especiais de emergência existentes para esse tipo de evento.

Fernandes salientou que os planos são geralmente acionados para terremotos com magnitude igual ou superior a 6,1, portanto, o terremoto de 5,3 foi considerado dentro da normalidade operacional, sem a necessidade de ativação de planos de emergência específicos.

Após o terremoto principal, foram sentidos quatro tremores secundários, com magnitudes de 1,2, 1,1, 0,9 e 1, respectivamente, refletindo a atividade sísmica decorrente do evento principal.

Esses são os últimos desenvolvimentos após o terremoto na costa de Portugal, com o país e suas autoridades agora monitorando de perto qualquer mudança na situação para garantir a segurança e tranquilidade da população.

* Com informações da EFE.

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