Brasil tem medalhas e recordes nos Jogos Paralímpicos nesta segunda

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A pernambucana Carol Santiago tornou-se a mulher brasileira com mais ouros na história das Paralimpíadas ao vencer os 50 metros livres da natação. Este foi o segundo ouro dela em Paris e o quinto na carreira paralímpica. Gabrielzinho conquistou seu terceiro ouro após vencer os 50 e 100 metros costas, além dos 200 metros livres para atletas com limitação motora. Bet Gomes, que foi porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura das paralimpíadas com Gabrielzinho, sagrou-se bicampeã olímpica no lançamento de disco para atletas que competem sentados. Bet também bateu o recorde mundial no arremesso de peso nas classes F53 e F54, resultado que garantiu a prata na competição contra atletas com menor comprometimento físico motor. Claudinei Batista voltou ao lugar mais alto do pódio no lançamento do disco, quebrando o recorde paralímpico. Claudinei também foi campeão nos jogos do Rio de Janeiro e de Tóquio. Na semifinal dos 100 metros rasos para deficientes visuais, a acriana Jerusa Geber estabeleceu uma marca mundial, superando o antigo recorde que era dela mesma.

O gaúcho Aser Ramos faturou prata no salto em distância para atletas com paralisia cerebral. O Brasil também conquistou uma inédita medalha no triatlo, com Ronan Cordeiro ganhando prata na classe PTS 55 para atletas com comprometimento físico motor. O badminton brasileiro comemora a conquista da primeira medalha na história do país na paralimpíada, um bronze com o paranaense Vitor Tavares. As gêmeas Débora e Beatriz Carneiro subiram ao pódio juntas, ganhando prata e bronze nos 100 metros nado peito classe SB14. A seleção masculina de goalball venceu o Egito por 10 a 0 e garantiu vaga na semifinal. O time de futebol de cegos segue sua caminhada rumo ao hexa, vencendo a França por 3 a 0 no segundo jogo do torneio paralímpico. Após o quinto dia de paralimpíada, o Brasil ocupa o quarto lugar no quadro geral de medalhas, com 12 ouros, oito pratas e 17 bronzes, totalizando 37 medalhas.

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