PF põe Bolsonaro como líder de organização e vê viagem aos EUA como parte de plano, diz TV

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A Polícia Federal (PF) entregou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) que indica Jair Bolsonaro como líder de uma organização criminosa. Segundo a PF, a viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos, no final de seu mandato, fazia parte de um plano golpista. O objetivo era garantir que ele não fosse responsabilizado diretamente pela tentativa de tomada de poder.

O relatório destaca que houve transferência de recursos financeiros do Brasil para os EUA, possivelmente para evitar o congelamento de contas por decisões judiciais. A PF aponta ainda que Bolsonaro estava envolvido em todos os aspectos da organização criminosa e que o objetivo era mantê-lo no poder.

Bolsonaro deixou o país três dias antes do fim de seu mandato, após sua derrota nas eleições presidenciais. Onze dias depois, apoiadores realizaram uma tentativa golpista em Brasília. O ex-presidente nega qualquer participação ou conhecimento sobre planos antidemocráticos.

Ao ser indiciado, Bolsonaro criticou a equipe responsável e atacou o ministro do STF, Alexandre de Moraes. O ex-presidente compartilhou uma entrevista onde critica as ações do ministro no inquérito que investiga seu envolvimento na trama golpista. Para Bolsonaro, Moraes age fora da lei.

O ex-presidente pretende aguardar seu advogado para entender o indiciamento e aguardar o encaminhamento do relatório à Procuradoria-Geral da República (PGR).

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