Nas últimas semanas, muita expectativa tem girado em torno das reformas administrativas lideradas por Bruno Reis, em Salvador, e Jerônimo Rodrigues, na Bahia. Até o momento, ambos os gestores têm adiado a confirmação de possíveis mudanças em suas equipes. Reis justifica essa postura devido à boa receptividade dos eleitores e às recentes tragédias causadas pelas chuvas, que resultaram em duas mortes. Já Rodrigues enfrenta dificuldades para concluir as negociações com os partidos que compõem a base aliada. Essa situação tem gerado uma série de especulações que, apesar de não se confirmarem necessariamente, têm agitado o cenário político.

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