Dirigente do MST sobre ataque: “Por sorte, não morreu mais gente”

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Resumo: O dirigente nacional do MST, Gilmar Mauro, denunciou um ataque a tiros em um assentamento do MST em São Paulo. Uma milícia armada atacou o local, deixando dois mortos e seis feridos. O mentor intelectual do crime foi preso, e há suspeitas de envolvimento do capital imobiliário na região. O presidente Lula expressou solidariedade e prometeu uma visita à região.

Gilmar Mauro, do MST, afirmou que um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em Tremembé, São Paulo, foi alvo de um ataque armado por uma milícia. O ataque resultou em duas mortes e seis feridos. O suspeito principal foi preso e há indícios de interesses do capital imobiliário na região, visando transformar os assentamentos em condomínios.

Segundo Mauro, as famílias no local tentaram impedir a entrada da milícia, mas foram atacadas com um forte arsenal. O presidente Lula manifestou solidariedade às vítimas e planeja visitar a região. Ministros do governo lamentaram o ocorrido e cobraram punições. Uma investigação foi aberta pela Polícia Federal para apurar o ataque.

O MST também informou que outros representantes do governo, como a ministra dos Direitos Humanos e o ministro do Desenvolvimento Agrário, irão acompanhar a investigação na região. A situação envolve interesses imobiliários e questões de segurança para as comunidades locais.

É essencial garantir a segurança e a proteção dos assentamentos, bem como investigar e punir os responsáveis por ataques como esse. O apoio e a solidariedade às vítimas são fundamentais para promover justiça e paz nas comunidades afetadas.

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