Quem era o fiel morto pelo CV confundido com miliciano: “Roupa preta”

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Francisco de Assis Almeida, um fiel evangélico, foi brutalmente assassinado ao ser confundido com um miliciano devido ao uso de roupas pretas, em uma área dominada pelo Comando Vermelho. A ordem de não usar roupas pretas foi emitida pelos faccionados da facção criminosa. A polícia investiga o caso na tentativa de identificar os responsáveis pelo ataque.

A ordem clara do Comando Vermelho é eliminar milicianos, mas Francisco de Assis Almeida, de 40 anos, foi morto injustamente por estar usando roupas pretas. O crime destaca a violência entre a facção e ex-policiais criminosos. Ele foi assassinado a caminho da igreja, onde participaria de um retiro. A polícia busca os responsáveis pelo ataque no Catiri, local de intensos conflitos entre tráfico e milícia.

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Fiel confundido com miliciano morto pelo Comando Vermelho

Era uma manhã comum para Francisco de Assis Almeida, um evangélico de 40 anos em busca de oportunidades no Rio de Janeiro. Se preparava para um retiro da igreja quando foi executado por membros do Comando Vermelho, que confundiram sua vestimenta preta com a de um miliciano.

O CV proibiu o uso de roupas pretas na área, onde milicianos costumam circular às sextas-feiras para cobrar aluguéis. Francisco foi atacado enquanto se dirigia à igreja, demonstrando mais um episódio da violência descontrolada entre a facção e grupos rivais.

A polícia investiga o caso, visando encontrar os responsáveis pelo crime e trazer justiça à morte injusta de um homem que buscava apenas praticar sua fé.

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