Reviravolta: acusada de envenenar crianças com caju deixa a prisão

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Resumo: Acusada de envenenar crianças em 2024, a vizinha foi libertada após cinco meses de prisão no Piauí. Novas evidências sugerem inocência, já que perícias nos cajus não indicaram presença de veneno. As investigações apontam agora o padrasto como principal suspeito. Uma ceia envenenada ligou os casos, resultando em quatro mortes e várias intoxicações em 2025.

Entenda o Desdobramento do Caso

  • A suspeita de envenenamento das crianças com cajus foi intensa, mas análises não detectaram chumbinho nas frutas.
  • Com novas evidências, o Ministério Público pediu a libertação da vizinha, enquanto o padrasto surge como suspeito dos dois incidentes.

No contexto da ceia do Rèveillon, o envenenamento fatal de oito pessoas relaciona os casos, apontando para um padrasto sob suspeita pelos trágicos eventos.

Pessoas Envolvidas no Envenenamento de Janeiro:

Manoel Leandro da Silva, Igno Davi da Silva, Lauane da Silva, Francisca Maria da Silva, uma menina de quatro anos, uma adolescente de 17 anos, Maria Jocilene da Silva e um menino de onze anos.

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