“Monopólio da morte”: donos de funerárias ameaçam concorrentes

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O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) realizou buscas para encontrar armas de fogo utilizadas em crimes de extorsão por empresários que buscam monopolizar o mercado funerário e controlar os preços. A ação ocorreu em Chapecó (SC).

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou 10 pessoas de seis funerárias em Chapecó por extorsão. O promotor explicou que a investigação teve início após relatos de ameaças a um empresário do ramo funerário para dissuadi-lo de abrir um novo estabelecimento.

Em uma ação anterior, o Gaeco realizou prisões e buscas em uma operação denominada Cortejo, investigando práticas criminosas para bloquear a concorrência, controlar preços e formar cartel no setor funerário. A operação foi batizada em referência à dignidade e respeito apropriados para o serviço prestado em momentos delicados.

Relembre a operação

Em novembro, o Gaeco cumpriu mandados para combater práticas antiéticas que ameaçam a concorrência e tentam controlar o mercado através de violência e formação de cartel, prejudicando a população em momentos sensíveis.

 

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