Cid disse que Michelle “quase pirou” com mudança do Palácio; para a ex-primeira-dama, o militar tem “perturbação mental”

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Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama do Brasil, comentou sobre as acusações feitas pelo tenente-coronel Mauro Cid em sua delação à Procuradoria-Geral da República. Em declaração à imprensa durante o Seminário de Comunicação do PL em Brasília, Michelle afirmou que o ex-assessor de seu marido teria “perturbações mentais”.

Michelle mostrou despreocupação com a denúncia apresentada contra Jair Bolsonaro, afirmando que a verdade prevalecerá. Questionada se teria apoiado ações golpistas, ela respondeu enfaticamente: “por favor, olha pra minha cara”.

Segundo Mauro Cid, Michelle Bolsonaro ficou extremamente abalada ao ver a mudança da família sendo desfeita no Palácio da Alvorada em dezembro de 2022. Em depoimento divulgado por Alexandre de Moraes, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro relatou que a primeira-dama chegou a entrar em pânico diante da situação.

O militar ainda pontuou que Michelle fazia parte de um grupo mais radical próximo a Jair Bolsonaro, incentivando-o a apoiar um golpe de Estado. Apesar disso, ela não foi implicada na investigação sobre a tentativa de golpe após a eleição de Lula em 2022.

No discurso no seminário do PL, Michelle enfatizou que não teve paz desde o fim do governo Bolsonaro. Ela defendeu que as acusações da PGR são “narrativas” sem provas concretas, ressaltando que Bolsonaro estaria sofrendo perseguições injustas. A ex-primeira-dama pediu apoio para o retorno de seu marido ao poder, destacando que é importante permanecer “do lado da verdade” e da vida.

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