O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com Marco Paulo Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil, para discutir as recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o aço e alumínio brasileiro. Em resposta, o governo brasileiro decidiu, por enquanto, não adotar ações retaliatórias. A equipe econômica está avaliando as consequências das tarifas e buscando alternativas em conjunto com o setor siderúrgico.
O ministro ressaltou que o Brasil não terá uma abordagem única em relação às importações e exportações de aço. Enquanto as importações demandarão uma defesa mais unilateral, as exportações envolverão negociações diretas com os Estados Unidos. Em sintonia com as diretrizes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a estratégia focará em negociações e defesa, considerando sugestões do setor siderúrgico para lidar com a situação de maneira equilibrada.
O Brasil, sendo o segundo maior fornecedor de aço para os EUA, com exportações de 4,1 milhões de toneladas em 2024, ainda aguarda posicionamento oficial em relação à taxação de 25% imposta pelos EUA. As discussões em andamento e as propostas em análise irão nortear o posicionamento do governo brasileiro diante da situação.

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