Cristian Cravinhos revela se pretende alterar sobrenome como fez Daniel

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1 de 1 Imagem colorida mostra Cristian Cravinhos em 2024 – Metrópoles – Foto: Reprodução/Redes sociais

Cristian Cravinhos revelou sua posição em relação à possibilidade de mudar de sobrenome, ao contrário de Daniel. O ex-namorado de Suzane Von Richthofen, que atualmente atende pelo nome de Daniel Andrade de Paula e Silva, após se casar, afirmou em entrevista a Ullisses Campbell, do jornal O Globo, que não pretende abrir mão do sobrenome estigmatizado “em nenhuma circunstância”.

“Eu vou honrar o meu sobrenome até o final da vida. Eu caí com esse nome e vou me levantar com ele. Estou disposto a pagar esse preço”, garantiu.

cristian ravinhos richthofen

Cristian Cravinhos, condenado pelo assassinato do casal von Richthofen, assim como seu irmão Daniel, foi libertado da prisão. Os nomes dos irmãos ganharam notoriedade no Brasil após o trágico assassinato de Manfred e Marísia, pais de Suzane Von Richthofen. Com 49 anos de idade atualmente, ele explicou os motivos que o levaram a ajudar a filha no crime.

“Não tenho uma única resposta para essa pergunta. Se pudesse voltar no tempo, diria ‘não’. No entanto, até hoje luto para dizer ‘não’. Naquela época, estava desesperado e sem controle emocional. Não consigo responder. A única coisa que afirmo é que não fiz o que fiz por dinheiro, pois não é verdade”, afirmou.

Ele admitiu ter sido dominado pelo desespero naquele momento e não conseguiu recusar a proposta. “Não consegui controlar a situação. Acreditava que poderia impedir o que estava prestes a acontecer, mas acabei me envolvendo. Não tinha antecedentes criminais, jamais havia feito algo similar, talvez por isso as pessoas questionem tanto meu papel no ocorrido”, relatou.

Cravinhos reconheceu ter cometido um erro grave e está sofrendo as consequências. “A punição que recebi foi fruto dos meus atos, porém o julgamento da sociedade é ainda mais severo. Entendo que parece que minimizo a gravidade ao chamar um homicídio de erro. Certas palavras me emocionam demais para serem pronunciadas no dia a dia”, concluiu.

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