“Não vamos atender demanda por reduzir o Estado”, diz ministra de Lula

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A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, enfatizou que a visão do governo Lula (PT) não contempla a redução do Estado como medida para cortar gastos. Em contrapartida às demandas por uma reforma administrativa visando a economia de recursos públicos, Dweck e o presidente Lula priorizam a transformação do Estado para aprimorar a qualidade dos serviços prestados.

Em resposta às pressões por mudanças que promovam economia substancial, Dweck ressaltou que iniciativas como o avanço digital possuem maior potencial para redução de custos. Ela argumenta que a otimização da força de trabalho é um caminho relevante para identificar a real necessidade de pessoal nas estruturas estatais.

“Nosso foco de transformação do Estado é aprimorar a prestação de serviços públicos. Muitas vezes, a cobrança por redução do Estado não condiz com esse foco. Nesse sentido, não atenderemos a essa demanda”, afirmou Dweck.

Em uma apresentação na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Dweck apresentou ações conduzidas por sua pasta a representantes dos setores industrial, comercial e de serviços. Ela destacou a necessidade de maior agilidade nos processos, enfatizando a importância de um Estado eficiente e da transformação digital.

A ministra salientou que a alegação de um Estado inchado é um mito e defendeu a importância da realização de reformas que garantam a eficácia dos serviços estatais.

Assista ao trecho da entrevista:

Com relação aos reajustes salariais dos servidores do Executivo federal em 2024, Dweck mencionou que as negociações tiveram início em 2023, após anos de perdas salariais devido à inflação. Ela destacou a importância do diálogo com as categorias e ressaltou que, mesmo não atendendo completamente às expectativas das carreiras, foi estabelecido um meio-termo satisfatório para ambas as partes.

Assista ao trecho sobre os reajustes salariais dos servidores:

Dweck indicou que as negociações salariais foram concluídas e mencionou que possíveis revisões salariais só ocorrerão em futuros governos. O pagamento efetivo dos salários reajustados será realizado em 2 de maio, com o retroativo dos meses anteriores.

Assista à entrevista completa:

Diante disso, a atuação do governo vai além de simplesmente reduzir o Estado, buscando eficiência e aprimoramento contínuo dos serviços prestados à população. Essa postura reflete a prioridade do governo em promover melhorias estruturais e operacionais, visando atender de forma mais eficaz e ágil as demandas da sociedade.

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