Confira 15 obras de autores baianos para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil

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Para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil, é essencial lembrar que ler para uma criança é como acender estrelas dentro dela, dando voz aos sentimentos, cores aos sonhos e nome às descobertas. Em homenagem a essa data especial, uma seleção de obras de autores baianos ganha destaque, enriquecendo a literatura infantil com diversidade, sensibilidade e representatividade.

O livro “O Irmãozinho da Jaquinha”, de Emília Nuñez, conta de forma sensível e humorada os desafios e descobertas que surgem com a chegada de um novo bebê na família. Em outra obra, “A Menina que Não Sabia que Era Bonita”, de Maíra Azevedo (Tia Má), a jornalista aborda temas como autoestima e identidade de forma tocante.

“Chupim”, de Itamar Vieira Junior, mergulha nas narrativas do trabalho no campo, enquanto “Por Que as Nuvens Choram?”, de Ricardo Ishmael, explora temas complexos como violência familiar de maneira poética e acolhedora.

A obra “História Pretinha das Coisas: As Descobertas de Orí”, de Bárbara Carine Soares, destaca a importância da representatividade negra na ciência, reforçando a presença de figuras históricas afrodescendentes. Já “Aziza: A Preciosa Contadora de Sonhos”, de Cássia Valle e Luciana Palmeira, aborda questões de identidade e enfrentamento do bullying de forma poderosa.

Outras obras que não podem passar despercebidas são “Felipa”, de Cássia Valle e Luciana Palmeira, que resgata a história de Maria Felipa de Oliveira, e “Só a Mamãe não Sabe Fazer Bolo”, de Ingrid Dragone, que reflete sobre as diversas formas de amar.

“Themba o menino rei”, de Marcos Cajé, e “As Tranças da Minha Mãe”, de Ana Fátima, também trazem narrativas envolventes e educativas sobre a cultura afro-brasileira. O livro “Os Animais de Estimação”, escrito por Mauricio Akin aos 7 anos, e “De Que Cor é o Seu Arco-Íris?”, de Luiza Meireles, abordam temas como afeto e diferenças de forma cativante.

Por fim, “A Esquisita Mão”, de Leonardo Rios, e “Cali, a Menina que Nasceu de uma Cabaça”, de Katiane Martins, fecham a lista com narrativas que tratam de bullying e resgatam a força das mulheres e da ancestralidade.

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