Cupertino cita remédio para justificar morte de ator de Chiquititas

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São Paulo — Paulo Cupertino Matias, acusado de matar o ator Rafael Miguel e seus pais em 2019, adiou seu julgamento popular ao dispensar seu advogado no primeiro dia, cancelando assim a sessão até a constituição de uma nova defesa.

A defesa pública assumiu o caso, solicitando informações sobre exames toxicológicos e croquis da cena do crime. O Ministério Público de São Paulo e o Tribunal de Justiça de São Paulo mantiveram a prisão cautelar de Cupertino.

A defesa agora se concentra nos exames toxicológicos que detectaram o uso de citalopram, um medicamento antidepressivo usado por Rafael Miguel. O Instituto de Criminalística está analisando se o medicamento pode influenciar o humor e a agressividade do paciente.

O réu ainda aguarda julgamento por triplo homicídio qualificado. Cupertino fugiu após o crime, mas foi capturado no Paraguai. Além dele, outras pessoas também serão julgadas por auxiliá-lo na fuga.

Isabela Tibcherani, filha de Cupertino, relatou que o pai era possessivo e não aprovava seu relacionamento com o ator Rafael Miguel, culminando no trágico episódio na casa da família. Segundo promotores, há provas substanciais contra Cupertino e o julgamento ainda não tem data marcada.

Os trágicos eventos envolvendo o ator de Chiquititas chocaram o Brasil, gerando grande repercussão midiática. A defesa de Cupertino argumenta que a imagem pública contaminada pode influenciar o julgamento, enquanto a promotoria reforça a solidez das acusações contra o réu.

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