Ministra recebe deputados de GT da reforma administrativa na Câmara

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Nesta quarta-feira, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, teve um encontro significativo com deputados que fazem parte do Grupo de Trabalho (GT) designado para discutir a reforma administrativa na Câmara dos Deputados. Entre os presentes estavam Pedro Paulo (PSD-RJ), Zé Trovão (PL-SP) e Fausto Jr (União-AM).

Embora o governo Lula tenha se afastado da expressão “reforma administrativa”, assumindo uma abordagem voltada para a transformação do Estado, a ministra destacou que a intenção é melhorar a capacidade do governo de prestar serviços públicos e valorizar os servidores. “Não queremos que o termo seja associado à diminuição do Estado, mas à sua eficiência e ao fortalecimento da máquina pública”, enfatizou Dweck.

Ela também compartilhou que a pasta tem implementado diversas ações legislativas, algumas em colaboração com o Congresso, e que o próximo passo é intensificar esforços para acelerar essas iniciativas. “É essencial concentrar energia para torná-las mais efetivas”, disse a ministra.

4b6204ad 14d2 4b29 9c24 950eedf9d22a

4b6204ad 14d2 4b29 9c24 950eedf9d22a

1 de 5

Adalberto Marques/MGI

61657617 72ed 4932 afe5 8dd56e082d39

2 de 5

Adalberto Marques/MGI

a91f493d 98c7 4191 8d75 f2c5f6b2bbb5

3 de 5

Adalberto Marques/MGI

Esther Pedro Paulo

4 de 5

Adalberto Marques/MGI

MGI

5 de 5

Adalberto Marques/MGI

Pedro Paulo, coordenador do GT, ressaltou que a proposta não visa retirar direitos de servidores públicos. “Acreditamos que o servidor é o verdadeiro motor dessa transformação, e desvincular a discussão de fantasmas como o fim da estabilidade é fundamental”, afirmou. Ao mesmo tempo, ele reconheceu a necessidade de averiguar os privilégios e os supersalários como parte do diálogo.

O deputado defendeu que o foco deve estar na criação de um Estado mais eficiente, que atenda melhor à população, reforçando que, apesar de alguns benefícios fiscais que a reforma poderá proporcionar, a intenção não é transformar isso em um mero ajuste fiscal.

Recém-instalado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, o GT terá um prazo de 45 dias para concluir suas discussões, que incluirão reuniões técnicas, audiências públicas e seminários com a sociedade civil. Contudo, nos bastidores, há uma percepção de que as votações sobre o tema são improváveis nesta legislatura, principalmente devido à proximidade das eleições, o que pode fazer com que o GT se torne um espaço de debate político mais do que de implementação prática.

“`

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Lula “vai conduzir bem” situação de Jaques Wagner, diz Alckmin

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que o presidente Lula vai conduzir a decisão sobre a permanência de Jaques Wagner na liderança do...

Éden questiona atuação da Justiça em casos envolvendo Flávio Bolsonaro: “complacência”

O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, criticou neste sábado a suposta omissão da Justiça em casos envolvendo o senador Flávio...

PSB lança pré-candidatura de Ricardo Cappelli ao GDF

O PSB-DF confirmou neste sábado a pré-candidatura de Ricardo Cappelli ao Governo do Distrito Federal (GDF) durante evento no Conic, em Brasília, com...