Um ataque aéreo devastador em Kiev resultou na morte de pelo menos 21 pessoas, entre elas quatro menores de idade, e cerca de 50 feridos. Este ataque marca um dos maiores bombardeios russos contra a Ucrânia desde o início da invasão em fevereiro de 2022.
Os bombardeios ocorreram em áreas centrais da capital, causando danos significativos a edifícios, incluindo a representação da União Europeia e a sede do British Council. Equipes de resgate foram mobilizadas para buscar sobreviventes e recuperar corpos de um prédio residencial que desmoronou após a explosão.
Em entrevista, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Donald Trump “não estava feliz” com a notícia do ataque, mas “não estava surpreso”. O especialista em segurança Keith Kellogg afirmou que tais ações russas comprometem os esforços de paz propostos pelo presidente americano.
O Exército ucraniano relatou que a Rússia lançou 598 drones e 31 mísseis, incluindo os supersônicos Kinzhal, durante esta operação. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, caracterizou o ataque como um “massacre horrível e deliberado de civis”, pedindo novas sanções contra a Rússia e destacando a falta de interesse do país nas negociações de paz.
Por sua vez, o Kremlin alega que os ataques visam alvos militares e reafirma seu desejo de continuar o processo de negociação. No entanto, as reações internacionais foram rápidas, com a União Europeia e o Reino Unido condenando as ações russas. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer destacou que “Putin está matando crianças e civis” e pedindo o fim do banho de sangue.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, também se manifestou, afirmando que os ataques a civis violam o direito internacional humanitário e devem parar imediatamente.
Essa situação se desenrola em um momento delicado, com as negociações de paz travadas e um aumento no número de civis afetados. Como a cidade de Kiev lidará com esta crise? Deixe sua opinião nos comentários.
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