A nova onda de investigações revela uma conexão alarmante entre setores da direita e o crime organizado. Essa aliança surge onde as transgressões são mais fáceis e os riscos, menores, como na administração pública e na política.
Neste cenário, a Operação Carbono Oculto está atingindo empresários, distribuidoras de combustíveis, operadores financeiros, líderes do PCC e figuras proeminentes da direita. As informações iniciais, coletadas nas etapas preliminares da operação, prometem desvendar ainda mais quando analistas e peritos examinarem os documentos apreendidos.
Não há prazo definido para a conclusão da operação, que pode se prolongar, assim como ocorreu em investigações no Supremo Tribunal Federal, lideradas pelo ministro Alexandre de Moraes.
A complexidade desses inquéritos lembra um jogo de onde, ao puxar um fio, muitos outros se desenrolam. Porém, obstáculos podem surgir, dificultando a continuidade.
A Operação Lava Jato já demonstrou que a resistência política pode atrasar investigações. Muitos políticos, temendo as consequências, tentaram aprovar o Pacote da Impunidade para se proteger.
Recentemente, uma nova norma da Receita Federal começou a exigir que fintechs e seus associados reportassem informações sobre operações de clientes, uma obrigação anteriormente exclusiva dos bancos. O que ocorreu foi a disseminação de fake news que questionaram a medida, levando a um alívio momentâneo para o crime organizado.
Entre as fake news, uma postagem do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) alegou que o governo poderia taxar o Pix no futuro, alcançando mais de 100 milhões de visualizações em pouco tempo.
As digitais da direita podem ser observadas também na gestão da pandemia, com a utilização de medicamentos ineficazes e na procrastinação da compra de vacinas. A expectativa é de que ocorrências semelhantes apareçam no embaraçoso escândalo envolvendo fintechs com conexões ilícitas.
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