O Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) para o próximo ano estipula que as despesas com benefícios previdenciários devem alcançar R$ 1,11 trilhão em 2026. Além disso, o orçamento prevê investimentos de R$ 83 bilhões, estabelecendo um piso para esses investimentos equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para o ano.

Esses gastos têm crescido devido à nova política de valorização do salário mínimo e à tentativa de zerar filas de espera pelos benefícios, revelando uma subestimação por parte do governo nessa área. A previsão é de que os gastos com pessoal cheguem a R$ 427,2 bilhões e que o custo com sentenças judiciais e precatórios fique em R$ 68,6 bilhões. As emendas impositivas são projetadas em R$ 40,8 bilhões para 2026.

Os investimentos em saúde e educação também são significativos, com R$ 245,5 bilhões alocados para o cumprimento do piso da saúde e R$ 133,7 bilhões para a educação, correspondendo a 15% e 18% da Receita Corrente Líquida, respectivamente. O PLOA de 2026 também detalha gastos previstos até 2029, com a previdência básica consumindo R$ 1,079 trilhão em 2026 e aumentando gradual e significativamente nos anos seguintes.

Previsão de gastos para 2026:

  • Administração Geral: R$ 229,4 bilhões
  • Educação Básica: R$ 190,2 bilhões
  • Segurança de Renda: R$ 158,6 bilhões
  • Proteção e Benefícios ao Trabalhador: R$ 132,7 bilhões
  • Assistência Hospitalar e Ambulatorial: R$ 107,1 bilhões

O planejamento também abrange outras áreas, com atenção especial para a assistência a pessoas com deficiência e para a terceira idade, destacando a importância dos investimentos em bem-estar social.

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