Moraes destitui advogados de ex-assessores de Bolsonaro e aciona DPU

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu destituir os advogados de Marcelo Câmara e Filipe Martins, ex-assessores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos estão ligados ao núcleo 2 da suposta trama golpista.

Em um despacho emitido na noite de quinta-feira, 9 de outubro, Moraes determinou que os réus sejam representados pela Defensoria Pública da União (DPU). Segundo o ministro, Marcelo Câmara, que possui quatro advogados, não conseguiu apresentar suas alegações finais dentro do prazo estipulado, que se encerrou às 23h59 da última terça-feira, 7 de outubro.

Quanto a Filipe Martins, Moraes destacou que, apesar de ter dois advogados, também falhou ao não protocolar as alegações finais, apresentando um documento denominado “petição incidental” em vez disso.

O ministro ressaltou que o comportamento das defesas é incomum e configura uma tentativa de procrastinação do processo sem respaldo legal. Moraes afirmou que essa atitude caracteriza o abuso do direito de defesa e resulta na destituição dos advogados, uma decisão respaldada pela jurisprudência do STF.

Aguarde mais informações sobre este caso.

Qual a sua opinião sobre essa decisão? Deixe seu comentário! Vamos discutir essas questões importantes.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Prisões expõem núcleo feminino na linha de comando do PCC no litoral

Três mulheres do núcleo feminino do PCC, atuando na Baixada Santista, foram presas em operação policial. Malévola, Penélope e Medusa ocupavam posições-chave, conectando...

VÍDEO: Incêndio de grandes proporções destrói 27 ônibus em Belo Horizonte

Um incêndio de grandes proporções destruiu 27 ônibus na tarde deste domingo em Belo Horizonte, deixando a fumaça preta visível de vários pontos...

Gilmar Mendes: ofensas pessoais e xingamentos não encontram amparo jurídico

Resumo: o ministro Gilmar Mendes, em publicação no X, afirma que ofensas pessoais e xingamentos não têm amparo na ordem jurídica. Ele comenta...