COI defende retorno de atletas juniores russos e bielorrussos com hinos e bandeiras

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COI defende retorno de atletas juniores russos e Bielorrussos com hinos e bandeiras; sanções e regras para profissionais permanecem

O Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovou nesta quinta-feira a recomendação para que atletas juniores da Rússia e da Bielorrússia retornem às competições internacionais com o direito de usar seus hinos e bandeiras nacionais. A medida representa uma flexibilização das restrições impostas desde o início da guerra na Ucrânia, mas não altera as normas aplicadas a atletas profissionais.

Imagem ilustrativa de esportes
Imagem ilustrativa de esportes

A proposta, definida pelo conselho executivo do COI, ainda não tinha sido tornada pública oficialmente. Ela foi validada pelos representantes das federações internacionais durante a 14ª Cúpula Olímpica, realizada em Lausanne, que reúne também comitês olímpicos nacionais, atletas e entidades antidoping. A implementação deverá ocorrer de forma gradual, segundo a entidade.

O COI afirmou que, por vezes, “atletas, especialmente os jovens, não devem ser responsabilizados pelas ações de seus governos”, e que o esporte continua sendo uma fonte de esperança e um espaço onde todos podem competir sob regras iguais e com respeito mútuo.

Enquanto os jovens podem competir sob suas identidades nacionais, os atletas profissionais da Rússia e da Bielorrússia seguem sob as normas atuais. Eles continuam autorizados a participar de eventos internacionais apenas como indivíduos, com bandeira neutra, desde que não tenham manifestado apoio à guerra nem integrem forças armadas ou serviços de segurança.

Dirigentes esportivos dos dois países permanecem proibidos de atuar em competições globais, e a realização de eventos internacionais em território russo continua vetada. As sanções estão em vigor desde fevereiro de 2022, quando começou a invasão da Ucrânia.

A Cúpula Olímpica, realizada anualmente em dezembro a portas fechadas, costuma adiantar diretrizes que mais tarde são adotadas oficialmente pelo COI e pelas federações internacionais.

Enquanto os jovens ganham sinal verde para competir sob suas identidades nacionais, os atletas profissionais de Rússia e Bielorrússia continuam submetidos às normas atuais. Eles podem participar de eventos internacionais apenas como indivíduos, sob bandeira neutra, desde que não tenham manifestado apoio à guerra nem integrado forças armadas ou serviços de segurança.

Dirigentes esportivos dos dois países permanecem proibidos de atuar em competições globais, e a realização de eventos internacionais em território russo continua vetada. As sanções permanecem em vigor desde fevereiro de 2022, quando começou a invasão à Ucrânia.

A Cúpula Olímpica, realizada anualmente em dezembro e a portas fechadas, costuma antecipar diretrizes que mais tarde são adotadas oficialmente pelo COI e pelas federações internacionais.

Este movimento coloca os jovens atletas na linha de frente de uma reorganização de regras, ao mesmo tempo em que reforça a ideia de que o esporte deve permanecer um espaço de competição justa, com regras claras e respeito entre as nações.

E você, o que acha dessa flexibilização para os juniores e das restrições mantidas para os profissionais? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a abrir o debate sobre o papel do esporte em tempos de conflito.

Observação: as informações acima refletem o relato oficial do COI sobre a recomendação para juniores da Rússia e Bielorrússia, com a ressalva de que a implementação é gradual e sujeita à confirmação pelas federações internacionais.

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