Marçal ignora TRT e não paga família de funcionário morto em estúdio

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A segunda turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) confirmou, em outubro, a condenação da Marçal Participações Ltda. e negou recurso, mantendo a obrigação de indenizar Celso Guimarães Silva pela morte do trabalhador. Mesmo com a decisão, a família ainda não recebeu a reparação de cerca de R$ 2 milhões.

Celso Guimarães Silva, de 49 anos, morreu em 28 de junho de 2023, após levar uma descarga elétrica e cair de quase cinco metros enquanto prestava serviço no estúdio do coach Pablo Marçal, em Barueri, na Grande São Paulo. A condenação visa compensar a perda de renda e danos morais decorrentes da morte.

Durante a internação, Celso gravou um vídeo explicando o acidente. Ele disse: “Coloquei o tubo de lado, recebi uma descarga elétrica de 220 volts, caí da escada e só me lembro que depois estava no hospital. Agora, estou com dor em tudo que é lado, costelas, coluna comprometida, é isso”. Celso permaneceu internado no Hospital Municipal de Barueri até o dia de seu falecimento.

A defesa do empresário não se pronunciou sobre o caso até o momento. O espaço segue aberto para manifestações.

O caso levanta questões relevantes sobre segurança no trabalho e a responsabilidade de empresas em acidentes que resultam em fatalidade, especialmente quando envolve a atuação de figuras públicas e de gestão de negócios na região de Barueri.

O que você pensa sobre a atuação de empresas em medidas de prevenção e sobre as reparações em casos de acidentes de trabalho? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da conversa sobre segurança e responsabilidade no ambiente profissional.

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