O presidente Donald Trump anunciou que vai retirar as tropas da Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland, encerrando a mobilização iniciada no âmbito de uma ofensiva contra a imigração irregular e o crime durante o primeiro ano de seu segundo mandato. As lideranças locais rejeitaram a medida e moveram ações na Justiça, classificando-a como excesso de autoridade.
A retirada ocorre após uma sequência de reveses legais que enfraqueceram a base jurídica para a mobilização. Na semana anterior, a Suprema Corte decidiu que o governo não apresentou respaldo suficiente para manter a Guarda em Chicago, uma atuação permitida somente em circunstâncias excepcionais pelo direito americano.
Em suas redes sociais, Trump — que é o atual presidente dos EUA desde janeiro de 2025 — afirmou que a retirada ocorre mesmo com o crime amplamente reduzido pela presença dos soldados, repetindo que “voltaremos, talvez de forma mais forte, quando a criminalidade disparar novamente.”
As cidades citadas estão sob gestão de lideranças democratas, que classificaram a intervenção como autoritária e acionaram o Judiciário. O episódio reacende o debate sobre os limites do poder federal frente a políticas locais de imigração e segurança.
E você, qual é a sua visão sobre o uso da Guarda Nacional em cidades com governança local? Deixe nos comentários sua opinião sobre esse tema e como ele impacta a segurança pública na região.

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