Segundo a Federação Italiana de Golfe, Emanuele Galeppini, descrito como um atleta apaixonado, morreu no incêndio ocorrido na madrugada de Ano Novo em Crans-Montana, na Suíça. “Emanuele, você ficará para sempre em nossos corações”, escreveu a instituição.
De acordo com o jornal suíço Le Matin, o incêndio deixou 13 italianos hospitalizados e seis ainda desaparecidos. O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, tem previsão de chegar à Suíça para acompanhar as ações das autoridades.
Gianni, 19 anos, estava próximo ao bar quando o incêndio começou e, junto com a família, ajudou as vítimas. Ele descreveu cenas de horror, com pessoas desmembradas no chão, roupas derretidas pela pele e jovens, inclusive crianças de 14 a 15 anos, queimando. Disse que entraram para salvar pessoas e usaram estruturas metálicas de sofás como macas improvisadas.
Segundo o jornal Blick, vários jogadores da equipe júnior B (16 a 18 anos) do clube de Lutry estavam no Le Constellation na hora do incêndio. Uma mesa para 12 havia sido reservada; a família do clube informou que um dos jovens está em tratamento e três ou quatro ainda não deram sinal de vida.
A investigação e a identificação das vítimas seguem nesta sexta-feira, com a polícia cantonal comunicando que mobilizam recursos para devolver os corpos às famílias o mais rápido possível. Be?atrice Pilloud, procuradora-geral do cantão do Valais, disse que esse trabalho pode levar vários dias, e Frederic Gisler, chefe da polícia cantonal, confirmou a complexidade do processo.
O número de pessoas presentes no bar no momento do incêndio permanece desconhecido, e as autoridades suíças ainda não informaram o total exato de desaparecidos.
Este episódio ressalta o impacto na cidade e nas famílias envolvidas, com repercussão de veículos de imprensa como a RFI, parceira do Metrópoles, que cobre o ocorrido. A tragédia continua sob apuração das autoridades locais.
E você, qual a sua leitura sobre as informações divulgadas até agora e as medidas de segurança em locais de lazer? Compartilhe seu comentário, opinião ou dúvida abaixo para continuarmos debatendo o tema com responsabilidade e respeito às vítimas.

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