Uma reunião emergencial do bloco regional Celac, convocada para discutir a crise na Venezuela, terminou sem consenso entre os 33 países. O encontro ocorreu neste domingo (4/1) por videoconferência.
A reunião não teve uma nota oficial conjunta divulgada ao término, o que indica divergências entre os membros sobre o ataque dos Estados Unidos ao território venezuelano e a captura de Nicolás Maduro.
O chanceler Mauro Vieira representou o Brasil na reunião. Segundo fontes ligadas ao Itamaraty, ouvidas pelo Metrópoles sob condição de anonimato, o ministro ressaltou o posicionamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a operação norte-americana na Venezuela.
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Para o presidente brasileiro, a operação norte-americana que terminou com a queda de Maduro ultrapassou a “linha inaceitável”. Além disso, Lula afirmou que o ataque abre um “precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.
Enquanto o bloco regional não chegou a um consenso, as discussões diplomáticas sobre a crise venezuelana deverão ser retomadas na segunda-feira (5/11), pelo Conselho de Segurança da ONU. Fontes diplomáticas brasileiras afirmam que o representante do Brasil na ONU, embaixador Sérgio Danese, deve reforçar o posicionamento de Lula sobre o assunto no encontro.
Arte/Metrópoles

A reunião emergencial da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), convocada para discutir a crise na Venezuela, terminou sem consenso entre os membros do bloco. O encontro aconteceu neste domingo (4/1) por meio de videoconferência.
Não há previsão da que uma nota conjunta oficial, ou posicionamento dos representantes de países que participaram das discussões, sejam divulgados após o fim da reunião. O que indica uma divergência de opiniões entre os 33 países que compõem a Celac sobre o ataque dos Estados Unidos contra o território venezuelano, e a captura de Nicolás Maduro.
O chanceler Mauro Vieira representou o Brasil na reunião. Segundo fontes ligadas ao Itamaraty, ouvidas pelo Metrópoles sob condição de anonimato, o ministro ressaltou o posicionamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a operação norte-americana na Venezuela.
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Para o presidente brasileiro, a operação norte-americana que terminou com a queda de Maduro ultrapassou a “linha inaceitável”. Além disso, Lula afirmou que o ataque abre um “precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.
Embora haja divergência entre os membros, os desdobramentos indicam que a crise venezuelana continua no radar da diplomacia regional e global. A expectativa é de que novas deliberações ocorram nos próximos dias, com avaliações sobre impactos da operação norte-americana e possíveis respostas internacionais.
Se você tem opinião sobre o papel da Celac ou sobre a resposta internacional à situação na Venezuela, compartilhe nos comentários: como você enxerga o papel do Brasil e o caminho a seguir na arena diplomática?

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