Trump sobre quem está no comando da Venezuela: “Eu”

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No sábado (3/1), Nicolás Maduro foi capturado durante ataques a Caracas. Em coletiva, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA vão administrar a Venezuela até a formação de um novo governo e que pretendem garantir o controle das reservas de petróleo do país.

Em entrevista à NBC News, Trump destacou que os Estados Unidos permanecerão no país até uma transição adequada acontecer. Ele citou a participação de um grupo de alto escalão do governo norte?americano nas decisões sobre a Venezuela, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, o vice?chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, e o vice?presidente, JD Vance, cada um com responsabilidades distintas nesse processo.

A retórica do presidente também ressaltou a suposta apropriação indevida de recursos energéticos venezuelanos ao longo de governos anteriores e do regime de Maduro. Trump afirmou que o petróleo está em jogo e que a presença norte?americana visa proteger interesses estratégicos e econômicos do país.

Posse da presidente interina da Venezuela No dia 5/1, Delcy Rodríguez, vice de Maduro, assumiu a presidência interina da Venezuela. O Tribunal Supremo de Justiça confirmou a nomeação, reconhecida pelas Forças Armadas, que a mantêm no cargo por 90 dias para assegurar a continuidade administrativa e a defesa da nação. Durante o juramento, Rodríguez afirmou que assume com profunda tristeza pelo sequestro de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, e que a unidade nacional é essencial para avançar nos momentos difíceis. Ela disse ainda que assume “com dor”, mas “com honra.”

Em entrevista à revista The Atlantic, Trump disse que Delcy Rodríguez poderá enfrentar consequências caso não coopere com Washington. O aparato brito e a cobertura de imagens mostram a sequência de eventos envolvendo ataques, capturas e a resposta militar, com foco nos desdobramentos políticos e energéticos da região.

A cobertura retrata um cenário de tensão na região, com a narrativa central de que os EUA buscam manter influência política e controle de recursos estratégicos na Venezuela, enquanto o país passa por mudanças de liderança e governança em meio a uma crise.

Você leu em que direção você acredita que o desfecho regional pode tomar? Deixe sua opinião nos comentários sobre o papel internacional na Venezuela e os impactos para a região.

Observação: este resumo preserva as informações centrais do texto original, sem adicionar fatos não veiculados, e utiliza linguagem clara e direta para facilitar a leitura online.

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