Na OEA, EUA diz que ação na Venzuela foi “para retirar um conspirador”

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Resumo do episódio — O representante permanente dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA), Leandro Rizzuto, afirmou nesta terça-feira (6/1) que a ação militar norte-americana na Venezuela não se tratou de uma invasão, mas de uma operação “bem-direcionada” para retirar o presidente Nicolás Maduro do país, para que enfrente a Justiça nos EUA.

Rizzuto ressaltou que os EUA não invadiram a Venezuela e que o objetivo foi “retirar um conspirador” para que responda perante a Justiça norte-americana. Ele informou também que há uma acusação com 25 páginas que aponta crimes hediondos contra a vida de cidadãos estadunidenses, e convidou o público a ler as acusações para entender o contexto.

Panorama da OEA — A Organização dos Estados Americanos (OEA) foi fundada em 1948, em Bogotá, e hoje reúne 35 Estados independentes das Américas. A instituição permanece como o principal fórum político, jurídico e social do Hemisfério, com foco na defesa da soberania, integridade territorial e democracia.

Captura de Maduro — A narrativa divulgado inclui pontos como: ataques a várias regiões da Venezuela no último fim de semana; confirmação da captura de Maduro e da esposa, Cilia Flores; Maduro é apresentado como chefe do Cartel de los Soles, classificado pelo governo dos EUA como organização terrorista internacional.

As informações indicam que o objetivo seria enfraquecer estruturas associadas ao regime venezuelano, segundo as declarações públicas. A cobertura também aponta que a ação é apresentada como parte de uma estratégia para enfrentar ameaças à democracia na região, conforme a leitura apresentada pelo porta-voz.

Detenção e continuidade judicial — Maduro e Cilia Flores teriam sido detidos pelas forças dos EUA e removidos do país. O presidente venezuelano permanece sob custódia no Centro de Detenção Metropolitan em Brooklyn, Nova York, onde aguarda julgamento por narcoterrorismo e pelo tráfico internacional de drogas.

A situação, apresentada pela Administração norte?americana, é acompanhada por uma tensão diplomática e por debates sobre o papel da OEA na governança hemisférica, bem como sobre as implicações legais para autoridades venezuelanas envolvidas.

Como leitor, vale acompanhar os desdobramentos oficiais, as leituras de cada parte envolvida e as reações internacionais, que costumam moldar o rumo de eventos tão complexos.

E você, o que pensa sobre a leitura apresentada pelos EUA e pela OEA? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você avalia o papel da comunidade regional nesse tipo de ocupação de decisões políticas.

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