O presidente dos EUA, Donald Trump, comentou o tiroteio envolvendo agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) em Minneapolis, Minnesota, que resultou na morte de uma mulher durante confronto com manifestantes. Segundo Trump, o agente que disparou contra o veículo está se recuperando no hospital e é “difícil acreditar que ele estava vivo”.
Trump atribuiu o aumento de ataques a agentes do ICE à “esquerda radical”, afirmando que a oposição ameaça, agride e mira os agentes da lei diariamente, destacando que eles apenas estão “protegendo” os Estados Unidos. O atual presidente ainda mencionou que essas condutas ocorrem com frequência e reforçam a necessidade de apoio aos agentes.
De acordo com o Departamento de Segurança Nacional dos EUA, manifestantes teriam tentado impedir uma ação dos agentes e a mulher morreu após o confronto com o ICE. O órgão descreveu o incidente como relacionado a um ato de “terrorismo doméstico” e informou que outros agentes ficaram feridos.
A procuradora do condado de Hennepin, Mary Moriarty, disse que o escritório está ciente do ataque e irá investigar o caso. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, pediu a saída do ICE da cidade, afirmando que a agência não pertence à comunidade local de imigrantes e refugiados. O governador de Minnesota, Tim Walz, informou que o Departamento de Segurança Pública trabalha para obter mais informações.
Minneapolis ficou marcada em 2020 após a morte de George Floyd, quando Derek Chauvin, policial branco, matou um homem negro. O episódio reacende o debate sobre a presença de agentes federais na cidade e as diferentes perspectivas sobre segurança, imigração e direitos civis.
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