O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo Lula no Congresso, tem feito um alerta direto à esquerda sobre as eleições de 2026. Ele destaca que o campo progressista precisa ampliar o foco para além da disputa presidencial e acompanhar também a corrida pelo Senado, cuja vitória pode influenciar o andamento do governo em um eventual segundo mandato de Lula.




Isso ocorre num momento em que o próprio Jair Bolsonaro já sinalizou que a disputa à direita não se limita ao Planalto. A eleição no Senado aparece como uma das prioridades, já que senadores têm a função de fiscalizar o STF e, se necessário, abrir processos de impeachment contra ministros. Nesse contexto, Randolfe afirmou que as forças democráticas precisam intensificar a atenção ao pleito do Senado, não apenas à corrida presidencial.
“O presidente Lula corre o risco de começar um quarto mandato com o Senado discutindo impeachment. As forças democráticas têm de dar mais atenção à eleição do Senado”, disse Randolfe à coluna.
O próprio Randolfe já confirmou a intenção de concorrer novamente no Senado em 2026, buscando mais oito anos no cargo. Pesquisas em seu estado indicam competição acirrada, com Lucas Barreto (PSD) e Rayssa Furlan (Podemos), esposa do prefeito de Macapá, Dr. Furlan, disputando espaço pela liderança na disputa estadual.
A leitura dominante é a de que o cenário político de 2026 envolve um equilíbrio entre manter o controle do Senado para a governabilidade e enfrentar a força da oposição em temas como a relação com o STF. A participação de Randolfe e de outras lideranças do campo progressista é vista como essencial para manter o ritmo da agenda do governo Lula, tanto na Presidência quanto no Legislativo.
E você, como avalia o peso da eleição no Senado para o futuro do país? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo e participe da conversa sobre o papel do Legislativo no cenário eleitoral de 2026.

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