Promotores especiais da Coreia do Sul solicitaram a pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk-yeol, nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, após ele ter declarado lei marcial em Seul em dezembro de 2024, segundo a agência Yonhap. A promotoria classificou o antigo chefe de Estado como o “mentor da insurreição” durante a audiência final do julgamento.
A solicitação foi apresentada na fase final do processo, em Seul, com a Yonhap enfatizando o peso político e institucional do caso. As informações também aparecem com a agência AFP, que acompanhou o desfecho da audiência.
Conforme o relato, Yoon Suk-yeol foi deposto e detido em 2025 após uma tentativa fracassada de instaurar lei marcial no país, episódio que motivou a tramitação do processo contra ele.
Este desdobramento reacende debates sobre os limites do poder e a responsabilidade de líderes, em um caso que repercute não apenas na Coreia do Sul, mas internacionalmente. Deixe sua opinião nos comentários sobre a pena de morte em contextos de autoridade militar e a legalidade de tais medidas.

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