Polícia prende três membros do PCC suspeitos de mandar matar Ruy Ferraz Fontes

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Três supostos integrantes do PCC são presos como mandantes do assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, em Praia Grande

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, três integrantes do PCC apontados como mandantes do assassinato do ex-delegado-geral da corporação, Ruy Ferraz Fontes, morto a tiros em 15 de setembro de 2025, na Praia Grande, litoral paulista.

Entre os presos estão Fernando Gonçalves dos Santos, conhecido como Azul, considerado uma das principais lideranças da facção, além de Mário Serapião Pinheiro, o Velhote, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, conhecido como Manoelzinho. As detenções ocorreram na Baixada Santista, em Jundiaí e em Caraguatatuba.

Segundo as investigações, o homicídio teria sido motivado por vingança. Azul é apontado como quem ordenou o crime; Velhote teria fornecido apoio logístico e financeiro, incluindo pagamentos a um dos atiradores, Umberto Alberto Gomes, morto em confronto com policiais no Paraná. Manoelzinho seria responsável por monitorar os deslocamentos de Fontes no dia do ataque.

Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil, estava licenciado da corporação e exercia o cargo de secretário municipal de Administração na época do crime. Entidades da categoria e a Secretaria da Segurança Pública destacaram a trajetória de Fontes, com mais de 40 anos de atuação na polícia, marcada por ações que impactaram diretamente o PCC.

O crime ocorreu na Vila Caiçara, em Praia Grande. Fontes dirigia um Fiat Argo quando foi perseguido por criminosos em uma SUV, colidiu com um ônibus e foi alcançado pelos atiradores, que efetuaram disparos coordenados. O Samu confirmou a morte no local. A SSP deve divulgar mais detalhes em entrevista coletiva ainda nesta terça-feira.

Este desdobramento reforça o foco da polícia na repressão ao PCC na região, especialmente por ações que impactam diretamente a segurança pública local. Fontes era visto como alvo relevante da facção devido à sua atuação no combate ao crime organizado.

O caso segue sob investigação, com a SSP confirmando novas informações à medida que surgirem. A comunidade local aguarda desdobramentos sobre o andamento das apurações e as medidas de segurança na região.

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