40 SmartTVs serão disponibilizadas aos presos de penitenciárias federais de segurança máxima para sessões de cinema, como parte do projeto reintegracine, que visa a reintegração social. A aquisição total ficou em R$ 85.400, com entregas previstas até fevereiro.
As TVs não terão acesso à internet e virão com restrições rigorosas. O conteúdo exibido ficará a cargo da divisão de reabilitação das penitenciárias federais, que avaliará critérios éticos, pedagógicos e institucionais. A seleção dos presos aptos a assistir às sessões também passa pela aprovação do conselho disciplinar de cada unidade, com supervisão da divisão de segurança.
Antes, as sessões eram disponibilizadas pelas cinematecas das penitenciárias, com filmes em DVD e VHS. Com a nova medida, o formato passa a ser via SmartTVs, sob as regras do programa reintegracine e com a supervisão da Sennapen, que afirma que a implementação depende da entrega de todos os aparelhos.
Essa mudança ocorre após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pela trama golpista, ter solicitado ao STF autorização para acesso a uma televisão na sala onde cumpre pena em Brasília; o pedido foi negado nesta quarta-feira (14 de janeiro de 2026).
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