O ex-atacante Edilson Capetinha revelou, em entrevista ao programa Reis da Resenha, da Jovem Pan, uma conversa com o técnico Luiz Felipe Scolari sobre a semifinal da Copa do Mundo de 2014, quando o Brasil foi derrotado pela Alemanha por 7 a 1. No relato, Edilson relembra o contexto em que Neymar estava fora por lesão e as discussões sobre a formação do time para aquele jogo decisivo.
Segundo Edilson, ele tentou orientar Felipão sobre uma abordagem mais conservadora. A sugestão era jogar com Hulk e Fred na frente, defender com mais um volante e manter Bernard no elenco, enquanto o próprio Edilson duvidava da presença de Bernard em jogo tão decisivo. O treinador, porém, apontou uma lembrança da Copa do Mundo de 2002, dizendo que o havia colocado naquela edição, o que gerou um descompasso entre as avaliações dele e as escolhas feitas para aquele confronto.
Na ocasião, com Neymar ausente, Felipão analisou a possibilidade de um time mais defensivo, mas acabou anunciando Bernard como substituto de Neymar. Edilson relembra a insistência do técnico em manter Bernard em campo, mesmo com as dúvidas levantadas pelo ex-atacante, enquanto Bernard, hoje com 33 anos, é apontado como jogador formado no Atlético Mineiro, com passagens por Shakhtar Donetsk, Everton, Sharjah e Panathinaikos, retornando ao clube mineiro em 2024.
Edilson Capetinha também integrou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002, quando o Brasil, sob o comando de Felipão, conquistou o título ao vencer a Alemanha por 2 a 0 na final. As lembranças do ex-jogador ajudam a entender as decisões táticas, a pressão por resultados e as dinâmicas que cercam grandes jogos da seleção.
O que essas lembranças revelam sobre a pressão por resultados e as escolhas estratégicas em momentos decisivos? Quais lições você tira desse depoimento sobre a Copa de 2014 e a forma como o time foi montado?
Afinal, cada fala de quem esteve perto dos bastidores oferece um raio X das decisões que moldaram aquele torneio. Compartilhe sua leitura sobre o tema nos comentários e conte o que você avaliaria diferente se estivesse no lugar de Felipão naquela semifinal.

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