Bruninho Samudio, 15 anos, é hoje goleiro sub-15 do Botafogo. Em entrevista após Bruno cancelar um encontro que havia sido marcado, o jovem desabafou sobre a vontade de ouvir o pai, mas disse que acabou decidindo cobrar da família quatro anos de pensão alimentícia não pagos.
Bruno, que atua no Sport Club do Espírito Santo, alegou que a avó do filho, Sônia Fátima Moura, fez exigências consideradas fora da normalidade para a reunião. O goleiro afirmou ainda que tudo parecia uma armadilha, com câmeras escondidas na casa, para expor a família em meio ao caso.
Durante entrevista ao programa Balanço Geral, Bruninho contou que o pai o procurou por meio de mensagens para marcar o encontro e ouvir o lado dele, junto com a família. “Decidi ouvir o lado dele, mas ele não compareceu, deixando a reunião sem satisfação. Agora quero os meus, os quatro anos de pensão que ele me deve”, disse o atleta.
A história é ilustrada por uma galeria de imagens com seis registros que acompanham o caso, incluindo momentos de Bruno, Eliza Samudio e Sonia Moura. As fotos ajudam a contextualizar o desenrolar da disputa familiar e a repercussão pública.
Na sequência, o atleta destacou que o caso envolve não apenas a reunião em si, mas também a continuidade da cobrança de uma pensão ainda pendente, somando-se à discussão sobre o passado trágico da família.
Bruno reforçou que a acusação de uma “armadilha” não apaga o contexto mais amplo do processo, que envolve uma condenação de 22 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio, em 2013. O caso continua gerando repercussão pública e acompanhamento da imprensa com desdobramentos legais e familiares.
Como você vê essa história de família, justiça e audiência perdida? Deixe seu comentário com a sua opinião sobre encontros entre pais e filhos em meio a disputas legais e familiares tão complexas. Queremos ouvir a sua visão.







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