María Corina Machado diz que Venezuela já iniciou ‘uma verdadeira transição para a democracia’

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Maria Corina Machado, líder da oposição venezuelana, foi anunciada vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025 pelo Comitê Nobel Norueguês em 10 de outubro de 2025. Em sua primeira entrevista coletiva após entregar a medalha a Donald Trump, ela ressaltou que busca manter interlocução direta com o presidente norte?americano.

Machado afirmou que a Venezuela já iniciou “uma verdadeira transição para a democracia” com o apoio de Trump, que, segundo ela, dá ordens à presidente interina Delcy Rodríguez. A líder oposicionista enfatizou que a prioridade desse “processo complexo” é a libertação dos presos políticos e disse estar confiante de que o país pode seguir nesse caminho com o apoio dos EUA.

Segundo Machado, o objetivo é demonstrar que há uma linha de comunicação direta com Trump, ainda que o presidente dos EUA, segundo ela, priorize a estabilidade regional e o petróleo. Ela mencionou também encontros entre Delcy Rodríguez e o diretor da CIA, John Ratcliffe, para fortalecer as relações de trabalho, afirmando ficar satisfeita com esses contatos e alegando que Delcy tem informações de alto valor para a direção da CIA.

Machado citou que, apesar de manter a aproximação com Washington, houve ressalvas sobre as circunstâncias políticas, lembrando que as ações de 3 de janeiro demonstraram a existência de ameaças reais. Em resposta, Trump afirmou que pretende manter o diálogo com a líder oposicionista e sinalizou que as conversas devem continuar, destacando que “é uma mulher educada” com quem voltará a falar.

paralelamente, um novo voo com 231 venezuelanos deportados pelos Estados Unidos aterrissou no aeroporto de Caracas, o que marcou o retorno de venezuelanos ao país após operações envolvendo o governo norte?americano. Esse conjunto de movimentos indica uma atuação coordenada entre Machado, Washington e as estruturas de segurança para influenciar o cenário político venezuelano. Convido você a deixar sua opinião nos comentários sobre como essa relação entre a oposição, a Casa Branca e as agências internacionais pode impactar a democracia na região.

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