
O ex-presidente Michel Temer lamentou neste domingo a morte do ex-ministro Raul Jungmann, que ocupou as pastas da Defesa e da Segurança Pública entre 2016 e 2019. Jungmann, natural de Recife, estava em tratamento contra um câncer e internado no DF Star, em Brasília. Ele completou a homenagem afirmando que Jungmann foi “brasileiro que soube servir ao país”.
Além de comandar a Defesa e a Segurança Pública, Jungmann também chefiou as pastas de Desenvolvimento Agrário e Política Fundiária na gestão de Fernando Henrique Cardoso. O pernambucano teve atuação marcante como parlamentar e, desde 2022, dirigia o Instituto Brasileiro de Mineração.
A comoção também ganhou o tom de várias lideranças. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, (PT-SP), descreveu Jungmann como alguém “atuante” com capacidade e dedicação específicas na área de segurança, lembrando que era respeitado e democrata. Já o senador Renan Calheiros (MDB-AL) publicou uma foto com o ex-ministro e afirmou que o Brasil perdeu “um dos maiores pensadores e formuladores da nação” e que ele era um amigo muito estimado.
Natural de Recife, Jungmann foi vereador e exerceu funções importantes na esfera pública, além de liderar o Instituto Brasileiro de Mineração desde 2022. Sua trajetória inclui atuação em defesa, segurança pública e questões de desenvolvimento nacional, deixando um legado marcado pela experiência e pela dedicação à política brasileira.
A podemos encerrar refletindo sobre o legado de Jungmann e o papel de lideranças na defesa de instituições sólidas. Se você acompanhou a carreira dele, compartilhe abaixo suas memórias, impressões ou opiniões sobre o impacto de sua atuação no cenário político e institucional do país. Fique à vontade para interagir nos comentários.

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