A parceria entre a Jordan Brand e a Seleção Brasileira voltou às redes após o vazamento de imagens de uma possível coleção, marcada pelo uso do vermelho. Em 2025, a CBF vetou a produção de camisas vermelhas, alegando a preservação das cores nacionais, decisão anunciada por Samir Xaud após reunião emergencial com a fabricante.
Nas redes, a reação foi dividida. Enquanto alguns elogiaram o design, outros associaram a cor vermelha a posicionamentos políticos, gerando críticas sobre o uso das cores nacionais em um patamar esportivo.
Apesar do veto, a Jordan já havia produzido diversas peças para lançamento fora do Brasil. Imagens oficiais vazaram, reacendendo o debate sobre a estética da colaboração.
As imagens divulgadas mostram uma coleção com base preta, detalhes em vermelho e a cartela clássica da Jordan Brand. Entre as peças de destaque está uma jaqueta com recortes vermelhos nas laterais, com o escudo da Brasil nas costas em branco e o Jumpman vermelho na região central.
A linha inclui ainda camisas de manga longa em tecido acetinado preto com o número 23 bordado nas costas, além de camisetas oversized, shorts, moletons com capuz e calças de moletom, mantendo o conceito visual unificado.
O debate deixou de ser apenas sobre design e virou um capítulo da politização do futebol brasileiro. Resta saber se a CBF manterá o veto ou se a pressão pública pode influenciar os rumos de uma parceria milionária com a Jordan Brand.
Como fica a decisão final e qual será o papel da torcida nessa #debate? Deixe sua opinião sobre a mistura entre design, identidade nacional e esportes de alto impacto. A participação dos moradores, leitores e fãs é fundamental para entender como as cores da camisa e a moda podem dialogar com a política do futebol.

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