A primeira-ministra Sanae Takaichi anunciou a dissolução da Câmara Baixa do Parlamento japonês e a convocação de eleições gerais antecipadas para 8 de fevereiro de 2026. A decisão, descrita como muito difícil, entra em vigor a partir de sexta-feira, 23 de janeiro, e coloca seu futuro político à prova, já que busca capitalizar o apoio ao seu governo.
Em entrevista coletiva, Takaichi afirmou que deseja que o povo decida diretamente se pode confiar a gestão do país a sua liderança. Ela chegou ao poder ao vencer as primárias do Partido Liberal Democrata (PLD) em outubro, motivada pela renúncia do antecessor Shigeru Ishiba. Se o acordo de coalizão com o Ishin obtiver respaldo suficiente, pretende implementar suas prioridades ao longo de 2026.
O governo tem mostrado boa popularidade, com aprovação de até 62% em uma sondagem recente da NHK, mantendo-se estável desde a posse. Contudo, o PLD e seus aliados controlam a Câmara Baixa por apenas um voto de vantagem e enfrentam resistência na Câmara Alta, onde estão em minoria devido a resultados eleitorais desfavoráveis sob Ishiba.
A oposição reagiu com críticas, argumentando que a antecipação pode atrasar a aprovação do orçamento inicial para o ano fiscal de 2026, que começa em abril, em meio à inflação persistente e salários estagnados. O Partido Democrático Constitucional (PDC) e o antigo parceiro de coalizão, o Komeito, anunciaram a formação de um novo partido de centro, o que pode complicar as chances de Takaichi em fevereiro.
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Essa movimentação pode redesenhar a dinâmica da política japonesa em 2026, com efeitos sobre o orçamento e as reformas. E você, o que pensa sobre dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão.

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