Resumo para SEO: o preço dos ingressos da partida entre Porto Sport Club e Vitória, pela terceira rodada do Campeonato Baiano (Baianão 2026), reacendeu a cobrança por parte de torcedores, e a diretoria do clube do extremo sul foi ao Bahia Notícias nesta segunda-feira (19) explicar custos e arrecadação do jogo realizado no último domingo (18) em Porto Seguro.
Para o confronto, o Porto definiu ingressos em R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia). A meia-entrada vale para todos os públicos obrigatórios por lei e também para funcionários públicos municipais, estaduais e federais. Segundo o presidente André Santos, cerca de 30% da arrecadação ficou com custos operacionais, segurança, staffs, bombeiros civis e infraestrutura, sobrando menos de 45% para o clube. A renda bruta foi de R$ 73.000,00 e a líquida, R$ 31.000,00. O duelo terminou com vitória do Vitória? Não — Porto e Vitória ficaram no 1 a 1 pela terceira rodada do Baianão 2026.
Mesmo com a presença de um clube de expressão nacional, a arrecadação líquida não teve impacto relevante no orçamento do Porto. O presidente explicou o modelo de gestão do clube, que funciona como SAF, e destacou as dificuldades financeiras de manter uma equipe profissional no interior. Futebol é caro, e manter a estrutura necessária para competir demanda aporte constante dos fundadores e de parceiros.
O mandatário ainda revelou que o Porto já cogitou mudar o mando de campo para Salvador, no Estádio de Pituaçu, onde a arrecadação poderia ser significativamente maior, mas decidiu manter o jogo em Porto Seguro para prestigiar o torcedor local e a região. Segundo ele, o calendário nacional tende a trazer jogos contra equipes de maior expressão apenas uma vez por ano, reforçando a necessidade de valorizar o que o clube faz pela cidade.
Comparando com o que ocorre na capital, os preços em jogos entre Bahia e Vitória costumam passar de R$ 120,00, e o dirigente destacou que o histórico financeiro dos grandes clubes facilita essa diferença. Além disso, o Porto acumula saldo negativo em partidas anteriores e precisou cobrir despesas com recursos próprios, evidenciando a necessidade de patrocínios para sustentar a estrutura e manter a equipe na cidade de Porto Seguro.
Ao reforçar os esforços, André Santos disse que o clube busca parceiros e patrocinadores para fortalecer a gestão, mantendo a equipe na localidade, mesmo diante de propostas de venda. Futebol não é fácil, custa caro, mas o Porto Sport Club segue firme em busca do melhor para a cidade e para quem apoia o clube.
E você, concorda com a estratégia de manter jogos no interior e valorizar o torcedor local, mesmo com bilheteria que não transforma o orçamento? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião sobre o papel de clubes do interior, patrocínios e o futuro do Porto Sport Club na cidade de Porto Seguro.

Facebook Comments