O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) encerrou, nesta terça-feira (20/01), o segundo dia da mobilização intitulada “caminhada da liberdade”, que saiu do interior de Minas Gerais em direção a Brasília. A ação teve início na segunda-feira (19/01) e reúne aliados políticos e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Até o momento, foram percorridos 73 quilômetros no total, sendo 36 quilômetros no primeiro dia. Ao longo do trajeto, cerca de 100 pessoas se juntaram à caminhada.
Em publicações na rede social X, Ferreira mostrou uma imagem ao lado dos apoiadores vestindo uma camisa com a frase “Acorda Brasil”, fazendo referência a Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, presa por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. Em outra postagem, o deputado aparece ao lado de aliados com a legenda: “O Brasil é nosso”.
Confira na íntegra: O Brasil é nosso. pic.twitter.com/oqKCpbKsjS — Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) 20 de janeiro de 2026.
Ferreira afirmou que a mobilização é uma reação à prisão do ex-presidente Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos por tentativa de golpe de Estado. O ato também aborda a situação jurídica de pessoas presas ligadas aos ataques às sedes dos Três Poderes. A caminhada deve seguir por mais de 200 quilômetros, com previsão de chegada em Brasília no domingo, 25 de janeiro, quando está prevista uma manifestação de apoio ao ex-presidente.
Participação e apoios: a mobilização conta com parlamentares como Gustavo Gayer (PL-GO), André Fernandes (PL-CE) e Zucco (PL-RS), além do senador Márcio Bittar (PL-AC). O deputado Luiz Philippe de Orleães e Bragança (PL-SP) também informou que vai participar. Entre os apoiadores estão ex-vereador Fernando Holiday (PL-SP), Rafael Satiebr e o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC).
O movimento recebeu apoio de figuras próximas ao ex-presidente, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o pastor Silas Malafaia e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que não compareceu por estar em Israel em evento sobre antissemitismo.
E você, o que pensa sobre essa mobilização? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre os desdobramentos políticos do movimento e suas implicações para o cenário nacional.

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