Jones Manoel fala sobre filiação ao PSOL, possível candidatura, BBB e debate sobre o fim da escala 6×1; veja entrevista completa

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O militante comunista, comunicador, historiador e educador Jones Manoel, que vem ganhando grande repercussão nas redes, comentou, na última quarta-feira (21), sobre a possibilidade de disputar as eleições para a Câmara dos Deputados pelo PSOL. Atualmente filiado ao PCBR, ele explicou que a legenda ainda não possui registro eleitoral, o que motivou a abertura de diálogo com o PSOL para viabilizar uma candidatura.

Segundo Jones, o PCBR definiu como linha política o lançamento de candidaturas nas próximas eleições, mas, diante da ausência de registro, a saída encontrada foi buscar uma filiação democrática. Ele explicou que as conversas com o PSOL têm avanço para uma possível candidatura a deputado federal por Pernambuco, com um diálogo considerado positivo.

Jones destacou ainda que já recebeu apoio público de lideranças da legenda. “Várias figuras importantes do PSOL já declararam apoio. Na Bahia, Kleber Rosa se pronunciou positivamente, assim como Hamilton Assis. Então a gente vem com uma perspectiva positiva”, afirmou.

Durante a entrevista, Jones comentou o que classificou como o “surfe” do governo Lula e de setores da esquerda na pauta do fim da escala de trabalho 6×1. Para ele, o tema foi deixado em banho-maria e só ganhou repercussão com a proximidade do período eleitoral, ainda que reconhecesse a ampliação do debate como algo positivo, seja por oportunismo eleitoral ou não.

O comunicador também falou sobre a repercussão de seu nome no Big Brother Brasil, após ser citado por participantes do reality, como Babu Santana e Juliano Floss. Para Jones, as memórias refletem o crescimento de sua visibilidade e da circulação de suas ideias. “Acho que foi um resultado esperado. Tem uma repercussão cada vez maior, fruto de uma análise teórica e de uma linha política acertada”, disse.

Em tom descontraído, ele agradeceu as citações feitas no programa. “Aproveitando, mando um abraço para o Babu e para o Juliano. O Juliano, inclusive, falou que um dia eu serei presidente do Brasil. Que os anjos e todos os santos deem o amém”, concluiu, em tom bem-humorado.

Veja a entrevista completa:

A visão de Jones Manoel acende o debate sobre alianças políticas, o papel das plataformas digitais e a atuação de movimentos de esquerda nas eleições. Como você enxerga essa tendência? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.

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