Mundo terá mais de 50 eleições nacionais em 2026; leia o calendário

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Panorama das Eleições 2026 ao redor do mundo

A temporada de eleições de 2026 começou neste domingo (11), com eleições legislativas no Benim, na África, e se estende até 22 de dezembro, no Sudão do Sul, também na África. Ao longo do ano, mais de 1,5 bilhão de eleitores em todos os continentes vão às urnas em cerca de 60 países, buscando direitos básicos, ordem e progresso.

Entre os países de maior população, estão Bangladesh, Brasil, Estados Unidos, Índia, Rússia, Etiópia e a República Democrática do Congo. Alguns nações realizarão eleições gerais, definindo chefe do Executivo e a distribuição de cadeiras no parlamento — como Brasil, Suécia e Israel —, enquanto outros vão às urnas apenas para escolher parlamentares, como EUA e Austrália.

Américas – Cinco países latino-americanos vão eleger presidentes e legisladores: Brasil, Colômbia, Costa Rica, Peru e Haiti. As eleições costa-riquenhas ocorrem em 1º de fevereiro, para escolher o novo chefe de Estado, dois vice-presidentes e os 57 membros da Assembleia Legislativa.

No Brasil, as eleições gerais de 2026 vão ocorrer em 4 de outubro, no 1º turno. Mais de 150 milhões de eleitoras e eleitores vão escolher o presidente da República, governadores e senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais. Caso haja segundo turno, ele será realizado em 25 de outubro.

Em 3 de novembro, os Estados Unidos realizam as eleições legislativas de meio de mandato — os midterms — com a renovação da Câmara dos Representantes (435 cadeiras) e de parte do Senado (35 das 100 cadeiras).

Europa O calendário eleitoral europeu começou em 18 de janeiro com as eleições presidenciais em Portugal. Ao longo do ano, haverá eleições na Armênia, Bulgária, Bósnia e Herzegovina, Chipre, Dinamarca, Eslovênia, Hungria, Letônia, Rússia e Suécia, entre outros.

África Diversos países africanos vão realizar eleições em 2026, entre eles Uganda, República do Congo, Líbia, Cabo Verde, Camarões, Etiópia, Argélia, Zâmbia, São Tomé e Príncipe, Marrocos, Gâmbia e Sudão do Sul.

Ásia Já no continente asiático, haverá eleições na Índia, na Tailândia, em Bangladesh, no Nepal e no Vietnã, bem como no Líbano, em Israel, em Bahrein e no Iraque, localizados no Oriente Médio.

Oceania Na Oceania, países como Austrália, Fiji, Nova Zelândia e outros territórios insulares também integram o calendário eleitoral de 2026.

Confira algumas datas de eleições de 2026 no mundo:

Janeiro: 15 — Uganda (presidencial e legislativa); 18 — Portugal (presidencial).

Fevereiro: 1 — Costa Rica (presidencial e legislativa); 12 — Bangladesh (legislativo e Primeiro-Ministro).

Março: 8 — Colômbia (legislativo); 15 — Vietnã (legislativo); 21 — Austrália (legislativo); 22 — Eslovênia (legislativo) e República do Congo (presidencial).

Abril: 12 — Peru (presidencial e legislativa); 12 — Hungria (legislativa e Primeiro-Ministro).

Maio: 7 — Escócia (legislativa e Primeiro-Ministro); 31 — Colômbia (presidencial).

Junho: 1 — Etiópia (eleições gerais).

agosto: 13 — Zâmbia (presidencial e legislativa); 30 — Haiti (presidencial e legislativa) e Estônia (eleições gerais).

Setembro: 13 — Suécia (legislativa e Primeiro-Ministro).

Outubro: 3 — Letônia (legislativa); 4 — Brasil (eleições gerais); 27 — Israel (legislativa e Primeiro-Ministro).

Novembro: 3 — Estados Unidos da América (legislativa).

Dezembro: 19 — Nova Zelândia (legislativo e Primeiro-Ministro); 22 — Sudão do Sul (eleições gerais).

A definir: alguns países ainda vão decidir quando realizarão eleições — África do Sul, Argélia, Dinamarca, Índia, Nicarágua e Rússia, entre outros.

Observação: as informações acima descrevem o calendário eleitoral de 2026, com a participação de grandes democracias e diversas nações em fases distintas do processo democrático, refletindo a diversidade de sistemas e prazos ao redor do mundo.

E você, como enxerga o impacto dessas datas no cenário político de 2026? Deixe seu comentário com a sua leitura sobre como os calendários eleitorais podem influenciar decisões, alianças e políticas públicas nos próximos meses.

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