No encerramento do 14º Encontro Nacional do MST, em Salvador, Lula afirmou que a carta da ONU está sendo rasgada e criticou a proposta de Donald Trump de criar um Conselho de Paz. Ele defendeu a reforma da ONU para ampliar a participação de novos membros, incluindo México, Brasil e países africanos, em vez de manter o formato atual.
Segundo Lula, Trump convidou o Brasil para compor o Conselho da Paz, criado para supervisionar a atuação de um Comitê Nacional para a Administração de Gaza. O presidente revelou ainda que está falando com líderes mundiais para buscar caminhos que fortaleçam o multilateralismo, sem permitir que a força ou a intolerância de qualquer país prejudiquem o diálogo global.
Lula também criticou a ação dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou no sequestro de Nicolás Maduro e da deputada e primeira-dama, deputada Cilia Flores. Ao citar Estados Unidos, Cuba, Rússia e China como referências, ele afirmou que o Brasil não tem preferência por relações, mas não aceitará voltar a ser colônia de ninguém.
A fala reforça a defesa de um posicionamento independente do Brasil no cenário internacional, com abertura ao diálogo multilateral e preocupação em manter relações equilibradas sem abrir mão da soberania nacional.
E você, o que acha da ideia de reformar a ONU e do papel do Brasil nesse equilíbrio entre alianças estratégicas e autonomia? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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