Meta descrição: Caso de mortes na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), envolve três técnicos de enfermagem suspeitos; hospital sustenta conduta isolada e a Polícia Civil investiga as circunstâncias. Saiba quem são os envolvidos, o que ocorreu e o andamento do caso.
Palavras-chave: Hospital Anchieta, enfermagem, mortes na UTI, investigação policial, Distrito Federal, UTI, técnicos de enfermagem.
Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), confirmou que três técnicos de enfermagem são investigados pela morte de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva. A instituição descreveu o caso como uma conduta “dolorosa, intencional e isolada”, destacando que não houve relação com os protocolos assistenciais nem com a atuação de outros profissionais. A Polícia Civil foi acionada para apurar as circunstâncias.
Segundo o hospital, as mortes decorrem de uma ação atípica identificada por um comitê interno, que levou à demissão dos funcionários e à comunicação do caso às autoridades. A instituição afirmou também que é vítima do episódio e que os atos teriam sido praticados à revelia da instituição, dos valores da medicina e da assistência à saúde.
As investigações da Polícia Civil apontam que os três ex-técnicos teriam aplicado medicamentos indevidos, provocando paradas cardíacas e mortes. Um deles teria se aproveitado de um sistema aberto, logando com nomes de médicos para prescrever o medicamento, buscá-lo na farmácia, prepará-lo, esconder a seringa no jaleco e aplicá-lo em três pacientes. Imagens das câmeras de segurança da UTI registraram o momento das aplicações letais.
Todos os investigados foram presos temporariamente por 30 dias. O técnico de 24 anos é estudante de fisioterapia; as duas técnicas têm 28 e 22 anos. Uma delas já atuou em outros hospitais, enquanto a outra estava no primeiro emprego na área. Os investigadores destacam que, em um episódio, não houve administração de medicamento, mas uso de um produto de higiene, reforçando o caráter intencional do ato.
Após a apuração interna que identificou circunstâncias atípicas, o hospital demitiu os profissionais e acionou a polícia. A instituição afirma manter a cooperação com as autoridades e sustenta que os envolvidos burlaram controles de segurança, embora tenha enfatizado que a direção também foi vítima do episódio. A defesa dos investigados não foi localizada até o momento. A investigação continua em curso para esclarecer todos os fatos.
Como o caso avança, queremos ouvir você: qual sua opinião sobre a segurança em unidades de saúde e as medidas de prevenção a condutas ilícitas entre profissionais? Deixe seu comentário, compartilhe sua visão sobre fiscalização e proteção de pacientes e saúde pública na sua cidade.

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