A atriz Scarlett Johansson uniu-se ao movimento Human Artistry Campaign (HAC) para enfrentar a exploração de inteligência artificial. Com o slogan Stealing isn’t innovation, o projeto já reúne mais de 700 artistas e conta com 180 grupos que defendem o uso ético da IA e o fim do treinamento de máquinas com obras protegidas sem autorização.
Segundo a HAC, as grandes corporações tentam mudar leis para usar obras sem autorização no treinamento de IA, buscando lucro com criações geradas pela tecnologia sem pagar os autores. A campanha também alerta sobre os riscos de deepfakes e de obras usadas sem consentimento, o que prejudica artistas, escritores e profissionais da indústria.
Johansson utiliza sua visibilidade para apoiar a causa e ampliar o debate público sobre ética na IA, reforçando que a proteção de direitos autorais é essencial para a sustentabilidade criativa.
A iniciativa reforça que o uso não regulado de IA pode gerar impactos financeiros significativos e colocar pressão sobre a indústria criativa. A HAC aponta a necessidade de regras claras que assegurem remuneração justa e autorizações adequadas para treinamentos de IA.
Com participação de centenas de artistas, o movimento busca promover uma IA responsável que respeite o trabalho humano, estimulando debates sobre legislação e práticas éticas no setor.
Queremos ouvir sua opinião sobre o tema. Comente abaixo e conte como você enxerga o papel da IA na cultura e os impactos sobre artistas, roteiristas e criadores.

Facebook Comments