Síndico que matou corretora já foi preso por outro crime. Saiba qual

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O síndico Cleber Rosa Oliveira, 49 anos, foi preso por homicídio após confessar ter assassinato Daiane Alves Souza, 43, corretora de Caldas Novas, em Goiás. O caso ganhou contornos desde que Cleber já havia passado pela polícia, em 2022, quando foi flagrado adulterando a placa de um veículo, detido pela Polícia Militar e liberado após pagamento de fiança de 1,2 mil reais. O processo desse episódio foi arquivado em maio de 2025.

Confronto entre versões e evidências O próprio Cleber afirmou ter matado Daiane após uma discussão no subsolo do prédio, no dia em que ela foi vista pela última vez, e disse ter agido sozinho, levando o corpo na carroceria da picape para fora do condomínio. No entanto, imagens de câmeras de segurança contradizem a versão inicial: as gravações mostram o síndico deixando o condomínio por volta das 20h, dirigindo a picape, no mesmo dia do desaparecimento.

O desaparecimento de Daiane ocorreu após ela descer ao subsolo para verificar uma queda de energia. As imagens registraram Daiane entrando no elevador e conversando com o porteiro, seguidas de um intervalo de cerca de dois minutos quando ela retorna ao subsolo. Não há registros de que tenha saído do edifício ou retornado ao apartamento.

Outra linha relevante da apuração é que Daiane costumava gravar vídeos de seus deslocamentos e enviá-los a uma amiga. Um desses registros, feito no subsolo, nunca foi localizado, o que contribuiu para as investigações. No dia do desaparecimento, Daiane vestia roupas simples, deixou a porta destrancada e não levou pertences. Ela tinha viagem marcada para Uberlândia (MG) no período do Natal, mas não embarcou nem manteve contato com a família após aquela manhã.

As investigações, com depoimentos, perícias técnicas e cruzamento de dados pela força-tarefa da Polícia Civil, levaram às prisões ocorridas após a coleta de evidências. Cleber e o filho Maycon Douglas de Souza Oliveira, 27, foram apresentados à delegacia para serem ouvidos e continuam sob investigação pela polícia.

Em relação ao desfecho, o corpo de Daiane foi encontrado em uma área de mata, com o estado de decomposição já avançado, reforçando a gravidade do caso. A polícia mantém o foco na linha de investigação que envolve o síndico e o filho, com testemunhos, imagens e materiais periciais que embasam o inquérito.

Este caso levanta discussões sobre segurança em condomínios e a necessidade de medidas preventivas eficazes. A comunidade fica atenta aos próximos desdobramentos, que devem esclarecer exatamente a motivação e as circunstâncias do crime.

Como você enxerga esse desfecho e as medidas que podem prevenir situações semelhantes na sua cidade? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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