Uma juíza americana rejeitou o pedido do estado de Minnesota para suspender as operações do ICE no território, realizadas no mês anterior por ordem do presidente Donald Trump. A presença de agentes migratórios gerou tensão entre moradores, que foram às ruas protestar. Durante as ações, ocorreram fatalidades, com dois manifestantes identificados como Renee Good e Alex Pretti.
Na decisão, a juíza federal Katherine Menendez explicou que o equilíbrio entre os prejuízos não favorece a concessão de uma tutela provisória de forma decisiva. Ela ressaltou que o veredito não julga o mérito da ação apresentada pelo estado nem determina se as operações violaram a lei.
O veredito veio após protestos maciços de dezenas de milhares de moradores de Minnesota contra a operação Metro Surge. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse estar decepcionado com a decisão e destacou o medo e a perturbação vividos pela população. A administração federal trocou o comando da operação, substituindo o chefe da Alfândega, Gregory Bovino, por Tom Homan, aliado na área migratória, que disse buscar reduzir as ações na região.
Especialistas mencionam que Minnesota argumentou que o governo federal tentaria forçar o estado a agir. A procuradora-geral Pam Bondi descreveu a decisão como uma grande vitória para o Departamento de Justiça e afirmou que políticas de santuário não impedirão que a Administração Trump aplique a lei federal em Minnesota.
A decisão não encerra o debate sobre as operações do ICE e os impactos para moradores e para a relação entre autoridades federais e locais. O tema continua em evidência, com leitura atenta sobre como as ações do governo federal afetam cidades e regiões. Compartilhe sua opinião nos comentários sobre o papel do ICE e o equilíbrio entre segurança pública e direitos locais.

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