A defesa de Daniel Vorcaro negou, nesta terça-feira (3), que o banqueiro tenha se irritado com o presidente Lula ou enviado recados políticos ligados a uma eventual delação premiada. A nota também busca refutar comentários atribuídos pela colunista Monica Bergamo, na Folha de S.Paulo.
Segundo Bergamo, Vorcaro teria dito a interlocutores que as declarações do presidente Lula sobre a pobreza poderiam piorar sua situação jurídica. Ela afirma ainda que o banqueiro informou ter ligações com políticos próximos a Lula — entre eles Rui Costa e Jaques Wagner — e que contratou Guido Mantega e Ricardo Lewandowski a pedido desses aliados.
Interlocutores teriam ainda comentado que Vorcaro estaria disposto a “dragar o PT” para o centro do escândalo caso decidisse tornar públicas informações constrangedoras para o governo federal.
A defesa, por sua vez, sustenta que as conversas citadas não existem e que Vorcaro não fez qualquer manifestação nesse sentido. Leia a nota na íntegra:
“É falsa a alegação de que Daniel Vorcaro teria se irritado com o presidente da República ou feito qualquer tipo de manifestação nesse sentido. Também são falsas as ilações sobre vazamentos ou recados políticos atribuídos a ele. Daniel Vorcaro é, inclusive, um dos maiores prejudicados por vazamentos seletivos e pela divulgação de versões distorcidas dos fatos. Atribuir a ele comportamentos ou intenções sem que tenha sido consultado configura narrativa indevida.”
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